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Todo cenário de uma vida pode ser transmitido através de palavras e imagens! Sendo assim, o objetivo deste blog é relatar, documentar, postar imagens e trocar idéias sobre assuntos que despertem curiosidades, críticas e argumentos para formarmos opiniões à cerca de conhecimentos profissional, familiar, acadêmico e atualidades. Enfim, este é um local onde juntos podemos compartilhar informações. Obrigada a todos por constituirem a história de minha vida. Sejam bem vindos!
domingo, 17 de julho de 2011
Jornalistas 2011 convidou você para abrir uma conta de e-mail do Google
Estou usando o Gmail e acho que vale a pena conferir. Isto é um convite para você criar uma conta.
sábado, 16 de julho de 2011
Ética, cidadania e trabalho
Pensar e agir de acordo com a idéia de bem ao próximo e a si mesmo, torna um ambiente sociável e harmonioso.
Há poucos anos atrás, esta frase serviu em Instituições como escolas, igrejas, meio familiar, mas não se esperava que pudesse ter algum sentido no mundo dos negócios.
Mas diante da concorrência e busca por melhores oportunidades, os clientes, até mesmo os empresários, estão cada vez mais exigentes e menos pacientes.
Sendo assim, estas realidades são incompatíveis com o "ser ou pensar em ser bom". Uma utopia impraticável nesse mundo que não faz concessões a quem se arrisca em jogar de acordo com as regras da ética.
Desde o final dos anos 80, um número cada vez maior de grandes corporações no mundo, passou a se dar conta de que a ética é algo sério e também faz sentido na vida empresarial.
A ética que parecia ser modismo, agora veio pra ficar e tudo passou a fazer sentido. Mesmo num país onde impera a corrupção, ser ético virou referência obrigatória em todo discurso político.
No mundo globalizado, chegamos a um ponto em que as pessoas estão tendenciosas aos valores éticos, mediante às redes de relacionamento, aberta e transparente aos assuntos referentes à dignidade humana, seja ela em qualquer aspecto social.
Como decorrência disso, em vários lugares do mundo, especialmente na Europa e nos EUA, acontecem movimentos de protestos diante dos abusos contra a ética.
Os abusos contra os quais se protestam, também se dão nas condições subumanas de trabalho, nos crimes ecológicos, no apoio às formas totalitárias de governo, entre outros.
O resultado da escolha de qualquer caminho em relação à ética poderá não ser imediatamente sentido na vida de uma empresa, mas será inevitável, porque se por um lado, o "agir e pensar bem", pode representar de modo harmonioso, saúde moral e financeira, por outro, a "indiferença à ética" no mundo empresarial, pode trazer de imediato, efeitos altamente destrutivos.
Portanto, no novo milênio, onde a ética tem sido tratada com grande relevância, mediante discursos naturais de cidadania, precisamos desenvolver o pensamento crítico e estar atento às mudanças, de forma que estes, agreguem valores positivos da vida pessoal à vida corporativa.
"O impossível só vira realidade se você estiver bem preparado quando a chance aparecer" Oscar Wilde
"Chamamos de Ética o conjunto de coisas que as pessoas fazem quando todos estão olhando. O conjunto de coisas que as pessoas fazem quando ninguém está olhando chamamos de Caráter". Oscar Wilde
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Qual a sua escolha: príncipes ou sapos?
Você certamente preferiria encontrar um príncipe a um sapo, não é? Claro, dentre os conceitos que definem um homem, o de príncipe é bem mais atraente e interessante do que o de sapo. O primeiro refere-se àquele gentil, carinhoso e romântico, enquanto que o segundo aponta para aquele esquisito, desatento e, por vezes, até irritante!
No entanto, como todo conceito fechado, este também merece uma reflexão, e o quanto antes, para evitarmos mais buscas ilusórias, expectativas frustradas e, por fim, desencontros desastrosos! Será mesmo que existem os homens que são príncipes e os que são sapos? Se sim, nesta mesma medida, deve haver então as mulheres que são princesas e as que são “pererecas”, certo? Não! Errado! Nem uma coisa, nem outra!
Podemos começar a desconstruir esse raciocínio admitindo que todos nós, tanto homens quanto mulheres, somos príncipes e princesas, mas também sapos e pererecas! Afinal, em alguns dias, estamos bem-humorados, divertidos, leves, atraentes e encantadores. Enquanto que, em outros, estamos tensos, tristes, impacientes e até repelentes.
Isto é ser gente. Existir em todas as possibilidades e nuances. Transitar entre a luz e a sombra e descobrir, neste caminho, a possibilidade de amadurecer e se tornar melhor. E tudo isso acontece inclusive enquanto nos relacionamos; enquanto buscamos um amor ou durante a vivência dele. E tudo bem... Não há nada de errado em se permitir ser tudo isso. O problema começa quando a permissão só é dada a si mesmo e não ao outro.
Pessoas que desejam encontrar e se relacionar somente com príncipes ou com princesas, que não conseguem acolher o sapo e a perereca que existe em cada homem e em cada mulher, certamente vai se decepcionar e amargar, repetidas vezes, aquela sensação de que sempre escolhe a pessoa errada. Será? Será mesmo que existem pessoas erradas e pessoas certas? Ou seria mais inteligente se encarássemos a todos com quem nos relacionamos como uma imperdível e exclusiva oportunidade de aprender algo novo?
Além disso, esta reflexão também pode ser um desafiante convite para que você exercite mais a sua porção príncipe ou princesa, exatamente como sabe fazer – e muito bem – toda vez que deseja conquistar alguém. Gentileza, carinho, atenção, paciência, saber ouvir, ceder, presentear, mimar, entre outras pequenas atitudes cativantes são sempre muito bem-vindas e fazem toda a diferença no seu dia-a-dia e no seu relacionamento, embora não eliminem definitivamente a sua porção sapo ou perereca!
No final das contas, o grande desafio do amor, para todos nós, é tentarmos, todos os dias, encontrar o equilíbrio na relação. Se seu par acordou sapo, calibre o ambiente com sua parte princesa e vice-versa. E lembre-se de que, como numa equação matemática, o mais importante é que, ao passar a régua, o saldo seja sempre positivo. E isso quer dizer que se você tem se relacionado mais como sapo ou perereca do que como príncipe ou princesa, algo precisa ser feito, urgentemente! Caso contrário, como se diz popularmente, a fila anda... porque o reinado precisa funcionar!
No entanto, como todo conceito fechado, este também merece uma reflexão, e o quanto antes, para evitarmos mais buscas ilusórias, expectativas frustradas e, por fim, desencontros desastrosos! Será mesmo que existem os homens que são príncipes e os que são sapos? Se sim, nesta mesma medida, deve haver então as mulheres que são princesas e as que são “pererecas”, certo? Não! Errado! Nem uma coisa, nem outra!
Podemos começar a desconstruir esse raciocínio admitindo que todos nós, tanto homens quanto mulheres, somos príncipes e princesas, mas também sapos e pererecas! Afinal, em alguns dias, estamos bem-humorados, divertidos, leves, atraentes e encantadores. Enquanto que, em outros, estamos tensos, tristes, impacientes e até repelentes.
Isto é ser gente. Existir em todas as possibilidades e nuances. Transitar entre a luz e a sombra e descobrir, neste caminho, a possibilidade de amadurecer e se tornar melhor. E tudo isso acontece inclusive enquanto nos relacionamos; enquanto buscamos um amor ou durante a vivência dele. E tudo bem... Não há nada de errado em se permitir ser tudo isso. O problema começa quando a permissão só é dada a si mesmo e não ao outro.
Pessoas que desejam encontrar e se relacionar somente com príncipes ou com princesas, que não conseguem acolher o sapo e a perereca que existe em cada homem e em cada mulher, certamente vai se decepcionar e amargar, repetidas vezes, aquela sensação de que sempre escolhe a pessoa errada. Será? Será mesmo que existem pessoas erradas e pessoas certas? Ou seria mais inteligente se encarássemos a todos com quem nos relacionamos como uma imperdível e exclusiva oportunidade de aprender algo novo?
Além disso, esta reflexão também pode ser um desafiante convite para que você exercite mais a sua porção príncipe ou princesa, exatamente como sabe fazer – e muito bem – toda vez que deseja conquistar alguém. Gentileza, carinho, atenção, paciência, saber ouvir, ceder, presentear, mimar, entre outras pequenas atitudes cativantes são sempre muito bem-vindas e fazem toda a diferença no seu dia-a-dia e no seu relacionamento, embora não eliminem definitivamente a sua porção sapo ou perereca!
No final das contas, o grande desafio do amor, para todos nós, é tentarmos, todos os dias, encontrar o equilíbrio na relação. Se seu par acordou sapo, calibre o ambiente com sua parte princesa e vice-versa. E lembre-se de que, como numa equação matemática, o mais importante é que, ao passar a régua, o saldo seja sempre positivo. E isso quer dizer que se você tem se relacionado mais como sapo ou perereca do que como príncipe ou princesa, algo precisa ser feito, urgentemente! Caso contrário, como se diz popularmente, a fila anda... porque o reinado precisa funcionar!
terça-feira, 12 de julho de 2011
Ética & Imprensa
Ínformação veiculada: Sábado, 18 de Junho de 2011 | ISSN 1519-7670 - Ano 16 - nº 646
ÉTICA & IMPRENSA
Os desafios da profissão
Por Washington Araújo
Convidado para discorrer sobre "Ética e Imprensa" para concluintes de Comunicação Social do Centro Universitário de Brasília, resolvi elencar alguns tópicos afetos a tema tão vasto. Inicialmente me perguntei sobre o que seria apropriado falar para meia centena de jovens que, com idade média inferior aos 25 anos, em breve se formarão jornalistas.
A seguir destaco algumas reflexões que incendiaram a imaginação (e os debates) desses meus futuros colegas:
** Mercado de trabalho em constante mutação
Diante do advento das novas mídias, em especial o desenvolvimento da web, é notório o encolhimento do número de jornalistas trabalhando em redações. Isto ocorre porque os veículos de comunicação impressa enfrentam pesadas dificuldades financeiras, uma vez que passaram a ter concorrência direta dos meios virtuais na disponibilização de notícias à sociedade. Os meios virtuais oferecem de forma gratuita o que antes se conseguia mediante pagamento de assinatura ou de exemplar avulso. E se a divulgação de notícias na web é feita no momento mesmo em que esta acontece, no caso dos jornais temos um lapso de 24 horas entre uma edição e outra e, nas revistas de circulação nacional, observa-se intervalo de uma semana. Enquanto isso, no meio virtual, a notícia é complementada, recebe adições, é atualizada instante a instante. Alguns jornais, como o Jornal do Brasil, deixaram de circular em seu formato papel e passaram a existir apenas na blogosfera.
O fato é que sempre haverá mercado de trabalho para bons jornalistas. E bons jornalistas são aqueles que observam princípios éticos. E também aqueles que têm no pensamento sua incrementada oficina de trabalho. Bons jornalistas conhecem bem o idioma pátrio e sabem como escrever. Bons jornalistas lêem muito e têm familiaridade com os clássicos da literatura nacional e internacional. Para estes, o emprego estará sempre ao alcance.
** Diploma de jornalismo
Vem de longe a querela jurídica entre os que defendem que jornalista necessita ter diploma universitário e aqueles que acham dispensável a exigência. O entendimento corrente do Supremo Tribunal Federal é o da dispensabilidade do certificado acadêmico. Neste ponto, observei quão desestimulante é a situação atual para quem está prestes a concluir quatro anos de curso superior na área da comunicação social. Se antes o diploma constituía divisor de água entre "jornalistas formados" e "jornalistas informais", no momento todos se sentem aptos a disputar o mesmo mercado de trabalho.
A capacitação universitária foi relegada a um segundo plano. E, penso, a qualidade do trabalho jornalístico encontra-se temporariamente comprometida. Tem sido corriqueiro constatar a forma desleixada com que pretensas reportagens são colocadas na internet, sem a devida contextualização e sem atender os requisitos formais que transformam um punhado de informações em notícia.
Não é o diploma que faz o jornalismo. Mas um jornalista com diploma, ao menos em tese, conhece bem o ofício. Tem conhecimentos específicos sobre como funciona o meio impresso, o rádio, a televisão e a internet. Consegue distinguir o que é notícia e o que não é. E terá em mente algumas das teorias da comunicação que em algum momento lhe serão de grande utilidade no exercício da profissão.
** Monopólio dos veículos de comunicação
Poucos são os proprietários dos grandes veículos de comunicação. Não preenchem os dedos das duas mãos. E desfrutam do poder de decidir a agenda nacional, os temas a serem debatidos, as opiniões a serem disseminadas, o que é e o que não é notícia. São essas poucas famílias dos proprietários dos veículos de comunicação que dispõem de meios eficazes para a pronta divulgação de suas opiniões, especialmente em assuntos políticos e econômicos, em detrimento de opiniões contrárias.
Esse monopólio tem concentrado imenso poder para seus proprietários defenderem nada mais que os seus próprios interesses. Não é fantasioso admitir que parte de nossa grande imprensa tem sido subserviente ao grande empresariado, e não causa surpresa que os anunciantes exerçam controle da linha editorial. É necessária a promoção da pluralidade de idéias. E é bastante difícil tal pluralidade se os meios de comunicação formam, na prática, nefasto monopólio da informação.
A proibição à prática de monopólio na área da comunicação é objeto do parágrafo 5º do artigo 221 da Constituição Federal. Estipula nossa Carta Magna: "Os meios de comunicação não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio". Democratizar o acesso aos veículos de comunicação facilita a quebra do monopólio e enseja a participação de novos protagonistas, personagens que terão direito não apenas à voz, mas também o direito de serem ouvidos. Nesta direção, outro passo positivo seria assegurar o pleno funcionamento do Conselho de Comunicação Social, previsto como órgão auxiliar do Congresso Nacional no artigo 224 da Constituição Federal.
** Defesa do viés sensacionalista
Começando pelo jornalismo televisivo, cada vez mais a notícia passa a ser vista como mero entretenimento. O jogo de imagens e de sons colabora para, uma vez editorializado, apresentar a notícia em ritmo de videoclipe. É a sociedade do espetáculo onde mais vale a audiência, não importando a forma como esta precisa ser alcançada.
Conceder mais atenção ao efêmero, ao superficial e ao sensacionalista é a regra. A objetividade e a isenção, não importa quão difíceis sejam de alcançar no trabalho jornalístico, terminam sendo relegadas a um melancólico segundo nível de importância. Dessa forma, sua cobertura dos acontecimentos é a consagração do trivial ou, muitas vezes, apenas do senso comum. É a profundidade da lâmina de barbear deitada.
Na mesma linha podemos observar o papel desempenhado pela imprensa na formação de consumidores em detrimento de cidadãos. Tem sido comum encontrarmos "reportagens" que, ao fim e ao cabo, nada mais intentam que alavancar a venda de produtos, objetos, imóveis, máquinas e equipamentos etc. Cada vez mais "informes publicitários" são publicados de forma confusa e, muitas vezes, tentam se passar por reportagens. É dever prioritário do jornalista a busca constante de notícias, mas com responsabilidade, honestidade, independência, exatidão e imparcialidade.
** O controle do mercado das idéias
A característica empresarial dos meios de comunicação ocupa crescente relevo na atividade da comunicação. E um fator determinante do empresariado é reduzir a concorrência. Neste caso, os efeitos nocivos logo se apresentam com o fortalecimento do pensamento único e a adoção de práticas francamente corporativas.
Na situação atual do Brasil pode-se afirmar que o mercado das ideias, que deveria ser livre e aberto, encontra-se em perigo. Os veículos de comunicação podem até divergir em sua linha editorial, mas a divergência é mais cosmética – no que realmente importa, fecham-se em copas. As ideias postas em circulação necessitam de adequada repercussão e, para tanto, se submetem a filtros ideológicos.
É fato que diariamente veículos de comunicação erram. E não é isto que se encontra em discussão. Afinal, a infalibilidade está longe de ser atributo de jornalistas, redatores etc. A ética necessita permear qualquer ofício humano. E neste caso, a ética nada mais é que a observância de preceitos morais, o cultivo do senso de justiça, a livre e independente pesquisa da verdade. Mas se o indivíduo não preza a ética em sua vida privada dificilmente o fará em seu trabalho profissional.
** Resistência a transformações sociais
Os meios de comunicação muitas vezes se posicionam como pontas de lança na resistência a adoção de novas políticas públicas, em particular aquelas que têm como objetivo saldar dívidas históricas com segmentos vulneráveis da população. Tem sido assim com a questão do desarmamento, tem sido assim com a adoção de cotas para acesso à educação superior por parte de afrodescendentes e de indígenas. Para criar obstáculos a mudanças sociais tem sido comum a concessão de amplo espaço para o jornalismo de opinião, escalando-se intelectuais afinados com o discurso a ser defendido.
O clamor da sociedade para uma melhor qualidade da programação da televisão aberta tem sido constantemente rotulado pelos principais meios de comunicação como atentados à liberdade de expressão no país.
** O ocaso do "outro lado"
É comum a invasão da privacidade das pessoas. Revistas e jornais de circulação nacional começam a divulgação de escândalos sabendo de antemão quem são os bandidos. As reportagens buscam alcançar o veredicto esperado. A intensidade com que são feitas as denúncias não guarda paralelo com o interesse em se ouvir o saudável "outro lado", as percepções sobre o mesmo tema colocadas sobre outros enfoques. É corriqueiro que os veículos de comunicação usurpem de funções privativas do Poder Judiciário: instauram processo, fazem a denúncia, promovem a acusação, escolhem os jurados que, na forma de opinião, defendem seus interesses e, finalmente, dão publicidade à condenação.
Na maioria dos casos recebem despreocupadamente a notícia de que serão processados por quem se sente caluniado, difamado. A despreocupação vem de um histórico em que os veículos são quase sempre absolvidos nas várias instâncias judiciárias. Juízes são contumazes em transformar crimes de calúnia e de difamação em meras práticas jornalísticas na investigação de um tema ou de uma pessoa. E se o demandante ocupa cargo público não é incomum que se levante até a tese do cerceamento da liberdade de imprensa.
As vítimas da imprensa, muitas vezes, desistem de recorrer dos julgamentos da imprensa. É que, uma vez perdida a batalha da imprensa, perde-se também a batalha da opinião pública. Perdendo essas duas, não existem condições para reaver direitos sequestrados através dos tribunais.
É imprescindível que o jornalista conheça – e conceda importância – a opiniões que contraditam suas fontes. É do choque de opiniões que poderá surgir a fagulha capaz de iluminar um texto jornalístico ou fornecer pistas para o jornalismo fundado na investigação. Não existe nada mais pernicioso no trabalho do jornalista do que escolher de antemão o desfecho para sua matéria e só então se lançar na pesquisa das linhas de investigação e de argumentação a serem seguidas.
Foi grande a minha surpresa ao ver que pensamentos como estes aqui esboçados encontraram eco naquela especialíssima audiência: nossos futuros repórteres, chefes de redação, editores, comentaristas de rádio, apresentadores de telejornais. E, quem sabe?, futuros donos de alguns veículos de comunicação.
Atenciosamente,
_________________________________
Senôma Landy de Barros Cavalcante
Fones: (81) 33390086 / 81012870
OBSERVAÇÃO:Senôma Landy de Barros Cavalcante
Fones: (81) 33390086 / 81012870
Proteja meu endereço eletrônico;
Não revele e-mail dos correspondentes;
Use Cco (Copia Carbonada Oculta) ou Bcc (Blind copy);
Retire os endereços antes de reenviar;
Dificulte assim, a disseminação de vírus e spam.
domingo, 10 de julho de 2011
Vença os obstáculos!
Vamos ao sentido das palavras desta frase: Vença os obstáculos! Vença, verbo no modo imperativo, que logo traz ação do sujeito a ser praticada, então supõe-se que vencer requer atitude, sendo esta logo gratificada por adjetivar o "ser" como vencedor e, ainda nesta linha de raciocínio, vem a pergunta, vencer o quê? Para quê? Por quê?
Vencer o quê? Os obstáculos, as barreiras, as ciladas, as intempéries, as adversidades, os perigos do dia a dia, seja na vida pessoal, familiar, acadêmica, profissional, amorosa ou em qualquer outra área que esteja vivenciando.
Trago em minha mente, um versículo bíblico que é uma fonte inspiradora e, sempre quando estou em meio a algum obstáculo, medito: Ainda que as adversidades da vida nos sobrevenham, o nosso Deus nos renova a cada amanhecer. E é nesta fé, que trilho o meu caminho!
Li o livro "O vendedor de Sonhos" escrito por Augusto Cury, que dentre as muitas frases motivadoras de auto-ajuda, uma para mim, foi marcante onde esta se destaca: "Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: Não tenho medo de vivê-la".
Há muito tempo sentia o desejo de reeditar minha história, mas não sabia como iniciá-la, até porque meu entendimento não conseguia acompanhar o ritmo acelerado das fases em que eu, outrora encontravá-me para o instante atual:
Criança, pré-adolescente, adolescente, jovem, mulher, mãe, senhora...e, depois de alguns anos, lá adiante virão mais capítulos dos próximos episódios.
Hoje vivencio uma etapa em que colho os frutos de minha trajetória, mas com serenidade à vida e ao tempo.
Depois de muito labutar para as conquistas que hoje alcancei, vejo que todas foram essenciais para a minha formação, pois os obstáculos contribuiram como fontes motivadoras para eu lutar, porque eu queria vencer e ser apenas alguém.
Com os passar dos anos, consegui transformar um oásis em manancial e olho para o passado com respeito, pois dele formei o meu presente, pelo o qual sigo com honra, construindo o meu futuro. Tendo em vista, o regozijo de mais vitórias que virão mais à frente.
Agradeço a Deus por toda a caminhada, pois sem Ele eu não teria suportado os espinhos e as intempéries da vida para hoje estar de pé.
Seguirei este caminho, mesmo ainda com alguns ajustes a serem realizados no asfalto da maturidade, pois desejo chegar na mais tenra idade, ao lado do meu marido, junto de meus filhos e netos, enfim, com a família reunida, dizer: VENCI, "Combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé" 2 Timóteo 4.7
Eu consegui, vocês também conseguem!
Vencer o quê? Os obstáculos, as barreiras, as ciladas, as intempéries, as adversidades, os perigos do dia a dia, seja na vida pessoal, familiar, acadêmica, profissional, amorosa ou em qualquer outra área que esteja vivenciando.
Trago em minha mente, um versículo bíblico que é uma fonte inspiradora e, sempre quando estou em meio a algum obstáculo, medito: Ainda que as adversidades da vida nos sobrevenham, o nosso Deus nos renova a cada amanhecer. E é nesta fé, que trilho o meu caminho!
Li o livro "O vendedor de Sonhos" escrito por Augusto Cury, que dentre as muitas frases motivadoras de auto-ajuda, uma para mim, foi marcante onde esta se destaca: "Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: Não tenho medo de vivê-la".
Há muito tempo sentia o desejo de reeditar minha história, mas não sabia como iniciá-la, até porque meu entendimento não conseguia acompanhar o ritmo acelerado das fases em que eu, outrora encontravá-me para o instante atual:
Criança, pré-adolescente, adolescente, jovem, mulher, mãe, senhora...e, depois de alguns anos, lá adiante virão mais capítulos dos próximos episódios.
Hoje vivencio uma etapa em que colho os frutos de minha trajetória, mas com serenidade à vida e ao tempo.
Depois de muito labutar para as conquistas que hoje alcancei, vejo que todas foram essenciais para a minha formação, pois os obstáculos contribuiram como fontes motivadoras para eu lutar, porque eu queria vencer e ser apenas alguém.
Com os passar dos anos, consegui transformar um oásis em manancial e olho para o passado com respeito, pois dele formei o meu presente, pelo o qual sigo com honra, construindo o meu futuro. Tendo em vista, o regozijo de mais vitórias que virão mais à frente.
Agradeço a Deus por toda a caminhada, pois sem Ele eu não teria suportado os espinhos e as intempéries da vida para hoje estar de pé.
Seguirei este caminho, mesmo ainda com alguns ajustes a serem realizados no asfalto da maturidade, pois desejo chegar na mais tenra idade, ao lado do meu marido, junto de meus filhos e netos, enfim, com a família reunida, dizer: VENCI, "Combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé" 2 Timóteo 4.7
Eu consegui, vocês também conseguem!
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